Receita da Vida
Desligue o fogo para não amargar. Não é preciso ser gourmet nem patissier para entender que caramelo tem o ponto do açúcar - que se demora para tirá-lo do fogo, vira fel e fica sabor carvão.
Acaba com a graça do pudim, nem o leite condensado compensa calda queimada. Não exagere nos ovos, não é quindim. Se quiser outra sobremesa, permita-se buscar nos livros e online novas receitas.
Hoje em dia, pode-se cozinhar no mesmo dia italiana e francesa, servir chinesa e americana na mesma mesa.
Não ligue tanto para a etiqueta. Comer com hashi é fino, mas não faz mal cortar salmão com garfo e faca ou pega sushi com a mão. Não se prenda aos pequenos padrões. Não se intimide diante de qualquer azedume. Nem toda comida boa tem que ser só doce ou salgada. Explore novas iguarias. Conheça outras culinárias. Não fique com receios de pôr na boca, aquilo que nunca quis provar e julga pela aparência ou cheiro ser ruim.
Não faz mal ter favoritismo, é excepcionalmente importante ter suas próprias preferências. Lembre-se: apure seu paladar. Prove mais, conheça mais, arrique novos sabores, você pode até mesmo não gostar, mas com certeza, saberá porque. Conseguirá dizer com propriedade que não gosta disso porque é azedo e daquilo porque é ácido. Ninguém duvidará. Sairá do discurso vago e absurdo, onde a cara de nojo diante de uma comida diferente não serve para defender absolutamente nenhuma razão.
Mas, tente evitar o peixe Pacu e a mandioca crua, esses deixe aos aventureiros que não gostam de serem limitados. Você pode até mesmo em algum momento querer ou até mesmo prová-los, mas evite, não faça de uma loucura-experiência rotina. Nunca será saudável para a sua vida e para a sua mente viver puramente de gula. E só vai perceber isso quando amadurecer o suficiente para compreender o valor de cada alimento e a graça de saber realmente como apreciá-los.
Permita-se o álcool. Prove de vinhos à cervejas, varie, mas não viva de ressaca, porque quando perceber, tudo passou, mas as dores de cabeça, ah, essas ficam e tendem a piorar. A moderação e o equilíbrio precisam estar presentes, mas um dia ou outro para extrapolar, quebrar a balança, estufar o estômago, empanturrar-se é bom.
Enfim, agora aplica essas metáforas além do espaço da cozinha, faz de si mesmo mestre-cuca capaz de inovar o cardápio, ampliar o menu, explorar novos ingredientes e descobrir novas fórmulas para novos pratos.
Acaba com a graça do pudim, nem o leite condensado compensa calda queimada. Não exagere nos ovos, não é quindim. Se quiser outra sobremesa, permita-se buscar nos livros e online novas receitas.
Hoje em dia, pode-se cozinhar no mesmo dia italiana e francesa, servir chinesa e americana na mesma mesa.
Não ligue tanto para a etiqueta. Comer com hashi é fino, mas não faz mal cortar salmão com garfo e faca ou pega sushi com a mão. Não se prenda aos pequenos padrões. Não se intimide diante de qualquer azedume. Nem toda comida boa tem que ser só doce ou salgada. Explore novas iguarias. Conheça outras culinárias. Não fique com receios de pôr na boca, aquilo que nunca quis provar e julga pela aparência ou cheiro ser ruim.
Não faz mal ter favoritismo, é excepcionalmente importante ter suas próprias preferências. Lembre-se: apure seu paladar. Prove mais, conheça mais, arrique novos sabores, você pode até mesmo não gostar, mas com certeza, saberá porque. Conseguirá dizer com propriedade que não gosta disso porque é azedo e daquilo porque é ácido. Ninguém duvidará. Sairá do discurso vago e absurdo, onde a cara de nojo diante de uma comida diferente não serve para defender absolutamente nenhuma razão.
Mas, tente evitar o peixe Pacu e a mandioca crua, esses deixe aos aventureiros que não gostam de serem limitados. Você pode até mesmo em algum momento querer ou até mesmo prová-los, mas evite, não faça de uma loucura-experiência rotina. Nunca será saudável para a sua vida e para a sua mente viver puramente de gula. E só vai perceber isso quando amadurecer o suficiente para compreender o valor de cada alimento e a graça de saber realmente como apreciá-los.
Permita-se o álcool. Prove de vinhos à cervejas, varie, mas não viva de ressaca, porque quando perceber, tudo passou, mas as dores de cabeça, ah, essas ficam e tendem a piorar. A moderação e o equilíbrio precisam estar presentes, mas um dia ou outro para extrapolar, quebrar a balança, estufar o estômago, empanturrar-se é bom.
Enfim, agora aplica essas metáforas além do espaço da cozinha, faz de si mesmo mestre-cuca capaz de inovar o cardápio, ampliar o menu, explorar novos ingredientes e descobrir novas fórmulas para novos pratos.
*patissier - vide Wikipedia
A pâtisserie é um tipo de padaria francesa especializada em bolos e doces. Na França, é um título legalmente regulamentado que só pode ser utilizada por padarias que empregam um maître pâtissier licenciado. Na França, o pâtissier é um chefe de massas que tenha completado um longo processo de treinamento, normalmente um período de aprendizagem, e passou um exame escrito. Muitas vezes encontrada em parceria com uma boulangerie, as pâtisseries são comuns nas cidades e aldeias da França.



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